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| DRAGÃO 7 |
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História 1988 Nasce o Dragão, estreando o primeiro espetáculo: As desgraças de uma criança, de Martins Pena, que fala de um Brasil criança, abandonado. 1989 Chegamos à adolescência pelas mãos, mais uma vez, de Martins Pena e o seu memorável O Noviço, que fala do novo, jovem, vocacional, como o Brasil, como nós. Foi o ano do casamento entre o Dragão 7 e a Classe Estudantil, que perdura até hoje e que viabilizou nossa profissão. 1991 Um Dragão jovem, atento, plugado nas coisas do Brasil e seu tempo, nos oferece o primor de Mais quero asno que me carregue, que um cavalo que me derrube de Carlos A. Soffredini, adaptado de A Farsa de Inês Pereira de Gil Vicente, estreando na semana de comemorações ao Dia Internacional da Mulher. |
1992 Maduro, cioso
de suas responsabilidades como formados de opinião da classe estudantil, aprofunda
suas pesquisas de linguagem / obra / autor, aprimora sobremaneira sua produção,
firma seu conceito estético / teatral e comemora com o mundo os 500 anos de
descobrimento ibérico das Américas, com a linguagem original de Gil Vicente
em seu Auto da Barca do Inferno, escrita em 1517.
São
sete anos de sucesso, num público total de quase cem mil estudantes, com apresentações
em quase todas as cidades do estado de São Paulo, em teatros, quadras esportivas,
escadarias do Museu do Ipiranga, Estúdios Vera Cruz (em São Bernado do Campo),
praias ao ar livre, teatro de arena (em Campinas). Atendendo a convites, se
apresentou em dois países da Europa:
Espanha 13ª Mostra Internacional de Teatro de Ribadavia, Ourense
Portugal Castelo do Duques de Bragança, em Guimarães;
Parque de exposições, em Braga;
EXPO98, em Lisboa, como representante oficial do Brasil.

1999 no momento em que comemora onze anos de trajetória e os 500 anos do Descobrimento do Brasil, este Dragão, sempre insatisfeito, quer mais e convida todos os brasileiros para juntos pensarmos e discutirmos Brasil, Outros 500. Através da história oficial e não oficial.
E convida todos os brasileiros para juntos discutirmos essa cultura, esse povo, dentro desse Caldeirão Genético Cultural, resultante do Encontro de 1500.
2000 Dentro das comemorações dos
500 anos, se apresentou nas cidades de Santarém, Tomar e Braga, em Portugal.
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